Hoje perdemos
a hora e levantamos às 10:00 da manhã! Afinal, não tínhamos nenhum compromisso
mesmo... Saímos para tomar o desayuno em
alguma cafeteria perto do hotel. Encontramos uma na 2ª quadra da mesma avenida
do hotel, a Confiteria La Campana, mas antes não tivéssemos achado-a. Entramos, sentamos, pedi o
cardápio. Escolhi café com leite e sanduíche de queijo e presunto cru. Mary
escolheu a “oferta do dia”: café e torta. Esperamos uns 15 minutos para a
garçonete voltar para me dizer que não tinha presunto cru, somente cozido.
Disse-lhe que não tinha problemas, que assim estava bem... Aí Mary resolveu
escolher a torta dela, já que tinha visto umas fatias bonitas, na prateleira.
Então a garçonete informou que a promoção era para tortas doces, e não
salgadas, mas que poderia trocar... Mary optou por uma de abóbora. Quando ela
trouxe os cafés e meu sanduíche, veio, também, um pedaço “gigantesco” de torta
de abóbora! Mary desanimou só de olhar o tamanho... Comemos, pagamos ARG$68,00
e fizemos questão de não deixar propina, função do péssimo atendimento que
tivemos! Se arrependimento matasse... Dali partimos para nossa caminhada
habitual, sem compromisso, a não ser descobrir onde fica o restaurante “grande, amplo, muito arrumado. Demos uma volta em seu interior, não
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| Colonia Suiza |
| Choripán e papas fritas |
Este lugar, como o nome indica, foi colonizado por famílias
suíças e transformou-se num destino turístico, com algumas construções,
gastronomia e artesanatos típicos. Compram-se os tickets
(ARG$4,00 cada passageiro/trajeto) numa lojinha quase em frente ao ponto onde o ônibus para, podendo ser adquiridos “ida e volta”. A viagem dura meia hora, mais ou menos, e vai beirando o lago Nahuel Huapi, por asfalto, até entrar por uma estradinha de rípio, por mais uns 15 minutos até chegar à Colónia. Saltamos e concluímos que, se ficássemos lá até a saída do próximo ônibus, duas horas e meia depois, iríamos desperdiçar nosso tempo, já que não há tanta coisa para fazer ali, a não ser comer e beber, o que não era nosso caso.
(ARG$4,00 cada passageiro/trajeto) numa lojinha quase em frente ao ponto onde o ônibus para, podendo ser adquiridos “ida e volta”. A viagem dura meia hora, mais ou menos, e vai beirando o lago Nahuel Huapi, por asfalto, até entrar por uma estradinha de rípio, por mais uns 15 minutos até chegar à Colónia. Saltamos e concluímos que, se ficássemos lá até a saída do próximo ônibus, duas horas e meia depois, iríamos desperdiçar nosso tempo, já que não há tanta coisa para fazer ali, a não ser comer e beber, o que não era nosso caso.
Demos uma
pequena caminhada no local e pegamos o mesmo ônibus de volta. Saltamos no
centro de Bariloche e descobrimos uma lanchonete, perto da confeitaria onde
tínhamos ido pela manhã, que servia “CHORIPAN”! Uhu! Chama-se “Rock
Chicken” e fizemos ali o pit-stop
do dia: um “respeitável” sanduba para cada um, servido com molho campanha e de
mostarda, acompanhados de papas fritas
e duas canecas de chopp artesanal. Dali voltamos andando até o shopping Patagónia, para fazer a
digestão. O objetivo era comprar uma mochila para mim e uma fita, daquelas
usadas para aquecer as orelhas, para Mary, já que a dela desapareceu como que
por encanto... E assim fizemos, além de tomarmos um espresso delicioso (eu tomei dois!). No caminho de retorno
encontramos uma filial do supermercado Carrefour
e lá fomos nós comprar os ingredientes para nosso café da manhã de amanhã, que
seria muito cedo e no quarto do hotel: 2 caixinhas de cappuccino, pão de cachorro quente, muzzarela e presunto fatiados,
pêssegos e peras frescos. Fomos ao hotel e deixamos as caixinhas de cappuccino sobre o aquecedor do
ambiente, que fica dentro do banheiro, assim, amanhã de manhã, já estará
quentinho! Saímos, então, para
jantar.
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| Restaurante La Jirafa |
O escolhido foi o restaurante “La Jirafa”, mais ou menos “local”.
Simples e bem arrumado, estava quase vazio. Mary, devido ao choripan, pediu somente uma ensalada
e eu um bife de chorizo e huevos fritos (um bife a cavalo!).
Acompanhou-nos um vinho Callia Alta syrah. Pagamos ARG$160,00.
No retorno ao
hotel, paramos num kiosko para
comprar suco em caixinha, para levarmos na travessia, e uma barra de chocolate.
Paramos novamente na chocolateria Mamuska,
onde eu tomei um espresso e comprei
outra barra de chocolate, recheada com amêndoas e doce de leite, para levarmos
no dia seguinte, também. Chegamos ao hotel, tomamos um bom banho, arrumamos a
mala e fomos dormir.
Dicas
gastronômicas:
- Restaurant Rock Chicken, Rolando, 245, San
Carlos de Bariloche
- Restaurante
La Jirafa, Palacios, 288, San Carlos
de Bariloche
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