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| ferry boat |
Levantamos não
muito cedo, tomamos nosso café da manhã e, em seguida, recebi um telefonema, no
meu celular, do representante da empresa InOutPatagonia,
que nos vendeu a travessia a San Martin de los Andes, querendo ir
até o hotel e falar pessoalmente conosco. Ele nos explicou que, infelizmente, a
travessia não poderia acontecer, já que o ferry-boat que atravessa o primeiro
lago estava fora de operação. Esta
embarcação pertence ao governo chileno e é operada por ele. Conforme as
informações que havia, recebido, seu motor quebrou e só estaria funcionando 4
dias, depois que a peça necessária lá chegasse e fosse substituída. Mas que,
como era do governo, eles não poderiam garantir isto.
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| vapor Chucao |
Ele nos ofereceu, então,
transportar-nos numa van até San Martin e, depois de nos estabelecermos
no hotel que havíamos reservado, faríamos um passeio de barco, pelo lago Lácar, com 8 horas de duração. Sem
opções, aceitamos sua oferta e ele nos deixou um voucher com este passeio. Em seguida saímos para uma volta na
cidade, de dia. Andamos bastante, percorremos várias ruas do centro e chegamos
até o Molle Municipal (atracadouro),
onde compramos os bilhetes para tomarmos num barco, o Vapor Chucao, e fazer um
passeio de aproximadamente uma hora e meia pelo lago Villarrica. Como no Brasil estávamos no horário de verão, havia uma
hora de diferença entre nosso país e o Chile. O barco saía às 12:30, eu me
confundi, já que não tinha ajustado meu relógio de pulso para o horário local,
então ficamos esperando a hora de embarcar. Só que, quando “caiu a ficha”,
faltava uma hora para zarparmos.
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| Praia Grande |
Resolvemos aproveitar melhor nosso tempo e
fomos caminhando até a Praia Grande.
A água estava muito fria e o sol muito agradável. Mesmo assim não animamos a
dar um mergulho. A areia é proveniente das rochas vulcânicas, daí ser escura e
de grande granulação, entretanto a água é limpíssima, transparente e
convidativa. Ao voltarmos para o embarcadouro, passamos pelo Biergarten,
um barzinho acolhedor, com mesas e guarda-sóis na calçada, especializado na
gastronomia alemã e com diversas cervejas artesanais para oferecer. Fizemos um pit-stop e saboreamos duas geladíssimas
canecas da cerveja Carter, uma do tipo lager
e a outra bock, ambas supersaborosas
e que vieram bem a calhar, devido ao calor
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| Biergarten |
e à sede
proveniente da caminhada. Saciada a sede, embarcamos no Chucao e fizemos o passeio por aquela água cristalina. De volta à
terra firme, perambulamos mais um pouco e fomos ao hotel. Descansamos, tomamos
um banho e saímos para jantar. Observamos que o movimento de turistas era
enorme, nos bares restaurantes e nas ruas. Artistas de rua se apresentavam,
fazendo acrobacias e encenando atividades engraçadas, pelas quais todos se
divertiam e, quase sempre, deixavam uns trocados como incentivo. Entramos no
restaurante “Los Lagos” e pedimos: lomo vetado (um bifão de filé mignon sem gordura) com ensalada para Mary e
um bife
de chorizo (contrafilé) com papas
salteadas (batatas salteadas) para mim. Para acompanhar bebemos uma garrafa
do vinho Santa Rita 120 3 Medallas
cabernet sauvignon. Finalizei com um café espresso e pagamos, com a propina, CLP$46.500,00. Voltamos andando
ao hotel e fomos dormir.
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| restaurante Los lagos |
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| lomo vetado y ensalada |
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| bife de chorizo y papas salteadas |
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| Santa Rita Medalla Real |
Dicas
gastronômicas:
- Restaurante
Biergarten, Lincoyan
361 A, Pucón
- Restaurante
Los Lagos, calle Miguel Ansorena, 302,
Pucón
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