segunda-feira, 25 de junho de 2012

6º dia, 24/02, sexta-feira: Villa la Angustura e Villa Traful


No dia anterior tínhamos resolvido que experimentaríamos algo diferente, utilizaríamos a pequena cozinha do quarto e tomaríamos um pequeno café da manhã ali mesmo. Havíamos comprado no supermercado duas caixinhas tetra-pak com cappuccino, similares às que existem no Brasil com achocolatados, e um pacotinho com uns biscoitos pequenos, doces, chamados “galletitas de la abuela” (biscoitos da vovó). Então aquecemos o cappuccino numa panelinha e aproveitamos este nosso desayuno
Pegamos o carro alugado e rumamos para Villa la Angostura
Villa la Angostura
Os primeiros 52 km são de asfalto e, dali em diante são mais 50 de rípio. Como não tínhamos pressa, fomos curtindo a paisagem, que variava entre floresta, lagos e rios encachoeirados. Finalmente chegou o asfalto de novo, depois de quase duas horas de viagem e faltando ainda uns 10 km até o centro da cidade. Lá chegando, estacionamos e saímos à procura de um local para tomarmos um espresso e comer algo. 
croque monsieur
Achamos uma cafeteria logo na primeira esquina, na entrada sul da cidade. Pedimos espresso dopio (duplo), chocolate quente e um croque monsieur, aquele misto quente com queijo gratinado por cima. Devidamente abastecidos, fomos perambular. Havíamos estado por ali três anos atrás e, após a nuvem de cinzas vulcânicas que assolaram a cidade, ocorrida no ano de 2011, oriundas do Vulcão Puyehue, a cidade, que era linda e florida, está um tanto quanto suja e descolorida, alguns terrenos ainda cobertos pelas cinzas, alguns telhados danificados e não recuperados, enfim, perdeu o encanto que encontramos ali em nossa viagem anterior. Passeamos pelo comércio local, com muitas opções de artesanatos (comprei um conjunto com três peças entalhadas em madeira que são imagens de patos selvagens voando, que irei colocar na parede da varanda de nossa casa de campo) e resolvemos retornar para San Martin, porém passando por Villa Traful, um lugarejo que fica às margens do lago de mesmo nome.
Villa traful
A estrada para lá parte da que vai para San Martin, 32 km depois de Villa la Angostura, entrando à direita e rodando mais 30 km de rípio. A pequena vila é constituída por um escritório dos Guarda-parques, uma capela, um escritório da administração, um belo hotel em construção, um molhe de abrigo para pequenas embarcações, chalés para férias e um pequeno






restaurante-bar, a Casa de Té da Chef Ñancu Lauhen




Como não poderia ser diferente, fizemos um pit-stop e saboreamos cervejas artesanais locais, uma negra (escura) e uma rubia (clara, meio turva), acompanhadas por uma provoleta especial: uma fatia de queijo provolone derretido, coberto com ovos mexidos e com fatias de tomates frescos, salpicados por orégano. 


                                                        trucha rosada ao limón
milanesa de cervo com purê de calabaza
Retornamos, então, a San Martin, usando o mesmo caminho de ida, aonde chegamos por volta das sete e meia da noite. Passamos no supermercado e compramos nosso café da manhã do dia seguinte: cappuccino na caixinha tetra-pak, pão para hamburger, queijo e presunto cozido fatiados. Abastecemos o automóvel com nafta super, deixamos as compras no hotel, paguei a conta da hospedagem e, devido ao sucesso do jantar da noite anterior, resolvemos repetir a dose: lá fomos nós novamente para o Restaurante ColoradoDesta vez eu pedi trucha rosada ao limón (um filé de truta salmonada grelhada e coberta com molho de manteiga e limão), acompanhada por papas espanholas (batatas cozidas e salteadas no azeite). Mary pediu milanesa de cervo com purê de calabaza (um bife de carne de veado preparado à milanesa, acompanhado por purê de abóbora).
Para beber, uma garrafa do Newen sauvignon blanc. Encerrei com um espresso e fechamos a conta: ARG$190,00. Voltamos com o carro e estacionamos no pátio do apart hotel, fomos arrumar as malas, tomar banho e dormir.
Dica gastronômica: Casa de Té Ñancu Lahuen, Villa Traful

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