segunda-feira, 25 de junho de 2012

7º dia, 25/02, sábado: San Carlos de Bariloche


Acordamos e aquecemos nosso cappuccino no microondas, numa panelinha, preparamos sanduíches com o presunto e o queijo que havíamos comprado no dia anterior e tomamos ali mesmo no quarto nosso café da manhã. Descemos com as malas e as colocamos no carro, entregamos as chaves do quarto para uma das atendentes e rumamos para o escritório da locadora. O Sr. Daniel já estava lá nos aguardando. Devolvemos o veículo, ele inspecionou tudo e recebeu-o, desejando-nos uma boa viagem. Meia hora depois embarcamos no ônibus para Bariloche.

Como ele passa por Villa la Angostura, fiquei observando o motorista colocar nossas malas no porta-bagagem, para acompanhar a movimentação nas paradas e não termos surpresas como, por exemplo, alguém, distraidamente, pegá-las pensando ser dele... A viagem foi tranqüila, debaixo de chuva, mas que não chegou a atrapalhar nada, apesar da estrada de rípio. Em Angostura descemos para esticar as pernas, alguns passageiros ficaram por ali mesmo e outros embarcaram Em Bariloche o  tempo também estava chuvoso e ventava bastante: um pouco de frio, para quem está em pleno verão! Tomamos um táxi (ARG$25,00=R$10,00) que nos deixou em frente ao Hotel 7 Lagos.         
Hotel 7 Lagos
          
Ele está necessitando de uma boa reforma, porém, pelo preço que fechamos (US$57.50/duas noites, sem café da manhã), “quebrou o galho” muito bem! O quarto é pequeno, os móveis um pouco desgastados, mas o chuveiro funcionava perfeitamente e a limpeza e a arrumação eram adequadas. Deixamos nossas bagagens no quarto e saímos para perambular pela cidade. Antes disso pedimos informação ao atendente sobre onde ficava o escritório da Turisur. Ele nos explicou que ficava a três quarteirões dali, para onde caminhamos. Na agência confirmamos nossas reservas e nos informaram que deveríamos comparecer, às 6:45 h da manhã do dia em que iríamos embarcar na travessia, junto com nossas malas, ali mesmo, para que um ônibus especial nos transportaria até o Puerto Pañuelo, onde é feito o embarque no primeiro barco. Tudo resolvido, saímos à procura de uma lembrança da última estada nossa em Bariloche: um carrinho, estacionado na praça atrás da Prefeitura, que vendia “choripans” (sanduíches de pão francês e lingüiça assada na chapa, feitos na hora) deliciosos, com molho chimichuri, preparado com várias ervas, temperos e vinagre. A hora estava propícia para o pit-stop diário e, como não encontramos o tal carrinho, fomos ao bar denominado El Crocodiro, onde saboreamos uma cerveja Quilmes bock, em garrafa de 1 litro,
e 4 empanadas, cada uma com um recheio diferente: carne picante, carne com cebola, queijo com tomate e espinafre e queijo. Andamos, então, um pouco mais pela cidade, apreciando os artesanatos oferecidos em muitas lojas, e aproveitando para escolher o restaurante onde iríamos jantar mais tarde, tantas são as opções existentes. Lá pelas 8 da noite resolvemos que o escolhido era El Nuevo Gaucho, especializado, como não poderia deixar de ser, em comidas patagônicas e carnes grelhadas. 
Restaurante El Nuevo Gaucho

nhoque com goulash de cordeiro 

Mary pediu nhoque com goulash de cordeiro 







cazuela de lentejas guisadas
e, eu, uma cazuela de lentejas guisadas: lentilhas cozidas com lingüiça picante e lingüiça defumada, cubos de toucinho defumado (panceta), cubos de lombo (solomillo) de porco, cebola, tomates e alho. 





Acompanhamos nossa refeição com um “patagônico” Newen pinot noir 2010. A conta: ARG$190,00.






Dali, depois de mais uma pequena caminhada

paramos na chocolateria Mamuschka, eu tomei 

um espresso e Mary um chocolate quente. A

garçonete, Rosa Maria, que nos atendeu, é 

brasileira e muito simpática.                    

Conversamos um pouco com ela, pagamos a

conta e fomos andando até o hotel: banho e 

cama...


Dica gastronômica: El Nuevo Gaucho, Rolando, 174, San Carlos de Bariloche

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