Acordamos e
aquecemos nosso cappuccino no microondas, numa panelinha,
preparamos sanduíches com o presunto e o queijo que havíamos comprado no dia anterior e tomamos ali mesmo no quarto nosso
café da manhã. Descemos com as malas e as colocamos no carro, entregamos as
chaves do quarto para uma das atendentes e rumamos para o escritório da
locadora. O Sr. Daniel já estava lá nos aguardando. Devolvemos o veículo, ele
inspecionou tudo e recebeu-o, desejando-nos uma boa viagem. Meia hora depois
embarcamos no ônibus para Bariloche.
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| Hotel 7 Lagos |
Ele está
necessitando de uma boa reforma, porém, pelo preço que fechamos (US$57.50/duas noites, sem
café da manhã), “quebrou o galho” muito bem! O quarto é pequeno, os móveis um
pouco desgastados, mas o chuveiro funcionava perfeitamente e a limpeza e a arrumação
eram adequadas. Deixamos nossas bagagens no quarto e saímos para perambular
pela cidade. Antes disso pedimos informação ao atendente sobre onde ficava o
escritório da Turisur. Ele nos
explicou que ficava a três quarteirões dali, para onde caminhamos. Na agência
confirmamos nossas reservas e nos informaram que deveríamos comparecer, às 6:45
h da manhã do dia em que iríamos embarcar na travessia, junto com nossas malas,
ali mesmo, para que um ônibus especial nos transportaria até o Puerto Pañuelo, onde é feito o embarque
no primeiro barco. Tudo resolvido, saímos à procura de uma lembrança da última
estada nossa em Bariloche: um
carrinho, estacionado na praça atrás da Prefeitura, que vendia “choripans” (sanduíches de pão francês e
lingüiça assada na chapa, feitos na hora) deliciosos, com molho chimichuri, preparado com várias ervas,
temperos e vinagre. A hora estava
propícia para o pit-stop diário e,
como não encontramos o tal carrinho, fomos ao bar denominado El Crocodiro, onde saboreamos uma
cerveja Quilmes bock, em garrafa de 1 litro ,
e 4 empanadas,
cada uma com um recheio diferente: carne picante, carne com cebola,
queijo com tomate e espinafre e queijo. Andamos, então, um pouco mais pela
cidade, apreciando os artesanatos oferecidos em muitas lojas, e aproveitando
para escolher o restaurante onde iríamos jantar mais tarde, tantas são as
opções existentes. Lá pelas 8 da noite resolvemos que o escolhido era El
Nuevo Gaucho, especializado, como não poderia deixar de ser, em comidas
patagônicas e carnes grelhadas.
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| Restaurante El Nuevo Gaucho |
| nhoque com goulash de cordeiro |
Mary pediu nhoque com goulash de cordeiro
| cazuela de lentejas guisadas |
e, eu,
uma cazuela
de lentejas guisadas: lentilhas cozidas com lingüiça picante e lingüiça
defumada, cubos de toucinho defumado (panceta),
cubos de lombo (solomillo) de porco,
cebola, tomates e alho.
Acompanhamos nossa refeição com um “patagônico” Newen
pinot noir 2010. A conta: ARG$190,00.
Dali, depois de
mais uma pequena caminhada
paramos na chocolateria Mamuschka, eu tomei
um espresso e Mary um chocolate quente. A
garçonete, Rosa Maria, que nos atendeu, é
brasileira e muito simpática.
Conversamos um
pouco com ela, pagamos a
conta e fomos andando até o hotel: banho e
cama...
Dica
gastronômica: El Nuevo Gaucho, Rolando,
174, San Carlos de Bariloche
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