segunda-feira, 25 de junho de 2012

10º dia, 28/02, terça-feira: Puerto Octay, Frutillar e Puerto Montt


Chevrolet Spark
Levantamos por volta das 8 da manhã e descemos para tomar o desayuno. Era bem simples: 5 fatias de pão de forma caseiro, com nozes, uma jarrinha com refresco de fruta, uma lata de nescafé, uma garrafa térmica com leite quente, algumas fatias de queijo e de presunto, uma fatia de torta para cada um, manteiga e duas opções de geléia. Saímos e fomos caminhando até o centro da cidade, mais ou menos 6 quadras do hotel.  Nos dirigimos até a agência de turismo local Tierra Outdoors, para pegar o carro que tínhamos alugado : um pequeno Chevrolet Spark, CLP$25.000,00/dia, km livre. 
Puerto Octay

O Fernando nos recebeu e aproveitei para pedir-lhe uma indicação da melhor maneira de irmos para o aeroporto de Puerto Montt dois dias depois, quando voaríamos para Santiago. Ele nos disse que, de táxi, nos cobrariam CLP$15.000,)) mas que ele poderia nos levar no próprio automóvel que tínhamos alugado, nos cobrando CLP$7.000,00. Topei na hora! Eram 10 horas da manhã e fomos rodando rumo a Puerto Octay (pronuncia-se Octái), distante quase 90 km para o norte. Estava chovendo e só paramos na cidadezinha para fazer umas fotos. 
Teatro del Lago em Frutillar



Voltamos tomando a direção de Frutillar, outra cidade pequena e muito agradável, de colonização alemã.  


Segundo informações, acontecem na cidade, durante o ano, diversos festivais teatrais e de música, o que pode ser observado pelo imenso teatro, todo em madeira e que avança para dentro do lago. Estacionamos e caminhamos pela orla até encontrarmos o Café Restorant Guten Appetit.


     
                       




Nele, depois de visitar umas lojinhas de artesanato local,






fizemos nosso tradicional pit stop: pedimos uma taboa de quesos (cubos de queijo, salsicha fatiada, biscoitos salgados, azeitonas pretas e pepininhos em conserva)








e cervezas artezanales Kunstmann Arándano e Bock, e Salzburg Doppelbock.   
                                                      
Kunchen de frutas vermelhas
Restabelecidos, voltamos para o carro e demos uma volta pela cidade. Não resistimos quando vimos uma placa, em frente a uma pequena lanchonete, onde estava escrito: kunchen. Demos uma paradinha e saboreamos duas fatias desta saborosa torta tradicional na região, uma de pêssegos e a outra de frutas vermelhas. 



Puerto Montt
Aí sim, recomeçamos nossa viagem, agora para Puerto Montt. Fomos beirando o lago até Llanquehue, de onde tomamos a Ruta 5, que é a rodovia panamericana. Esta é com pista dupla, pedagiada, muito bem sinalizada, velocidade máxima de 110 km/hora para automóveis. Puerto Montt é uma cidade grande, com shoppings centers enormes, engarrafamento de trânsito, ou seja, tudo que a gente não queria.






Fomos até as Palafitas de Angelmó, onde estão muitas lojas de artesanato, restaurantes populares e um mercado de peixes e frutos do mar, além de queijos, embutidos, etc. 






Não nos agradou muito... Ficamos pouco tempo ali. Pegamos o carro e retornamos a Puerto Varas, desta vez passando pela estrada antiga que ligava as duas cidades, distantes 30 km uma da outra. Deixamos o carro no estacionamento do hotel e saímos para jantar. 




Salmão no cartoccio


Escolhemos ir ao Las Buenas Brasas, que nos pareceu interessante e acolhedor. Muitos estrangeiros também estavam lá. Ocupamos uma mesa e o garçom que nos atendeu, Roni, chileno criado no Guarujá, São Paulo, fala muito bem português. Mary pediu salmão no cartoccio com linguiça e queijo (!) e eu o mesmo peixe só que grelhado e acompanhado com legumes. 



O vinho que experimentamos foi um sauvignon blanc Terra Andina clásico, do qual gostamos muito. Encerrei com uma dose de pisco, a aguardente chilena, como digestivo. A conta: CLP$29.000,00, com a propina. Pegamos um táxi, retornamos ao hotel e dormimos.
        
                 
Dicas   gastronômicas
-  Café Restorant Guten Appetit, Balmaceda, 98, Frutillar
- Fogón Las Buenas Brasas, San Pedro, 543, Puerto Varas

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