segunda-feira, 25 de junho de 2012

2º dia, 20/2, segunda-feira: de Santiago para Pucón

Como citei antes, reservamos também o hotel IBIS pelo booking.com, mas se tivéssemos feito direto no site da Accor, teríamos pago mais caro e sem direito ao desayuno (café da manhã). Escolhemos este hotel por ele ficar imediatamente ao lado do terminal de ônibus da empresa TURBUS, a qual, dentre as que pesquisei, tinha o horário mais conveniente para nós, saindo às 8:46 h em direção a Pucón. Um fato interessante: sem uma identidade chilena (um “RUT”) e sem um cartão de crédito emitido no Chile, NÃO se consegue comprar passagens pela internet! Nossa sorte é que temos conhecidos em Santiago, que se dispuseram a comprar para nós e deixar os bilhetes no hotel! Foi a solução encontrada já que, se fôssemos  utilizar uma agência de turismo, a conta seria bem maior. Deste jeito que fizemos pagamos CLP$26.100,00 por passageiro menos 10% de desconto, que nosso contato ainda conseguiu! Então, exatamente às 8:46 h, estávamos no terminal de buses (terminal de ônibus), plataforma 14, com um belo café da manhã tomado e prontos para encarar as próximas 11 horas a bordo de um daqueles ônibus de dois andares, mais confortáveis que as poltronas da classe econômica de qualquer vôo comercial que conheço... A estrada que pegamos é a Ruta 5, a rodovia panamericana, cheia de pedágios (eu contei uns seis até nosso destino!), muito bem conservada e sinalizada. Fizemos quatro paradas regulamentares, em quatro cidades (Los Angeles, Temuco, Chillán e Villarrica), onde desembarcam alguns passageiros e embarcam outros. As paradas são bem rápidas e, em uma delas, Mary tinha ido ao banheiro e quase ficou para trás... Lá pelas duas da tarde um dos “Comissários de Bordo” passou por todos passageiros perguntando se queriam almoço. Nós aceitamos: peito de peru com purê de batatas ou com salada, a CLP$2.600,00 = R$10,00 cada. Por volta das três e meia e após a parada em Los Angeles, ele apareceu com as quentinhas, em embalagens de isopor, guardanapos, faca e garfo de plásticos, que nos entregou e que saciaram nossa fome. Como eu já tinha comprado refrigerantes (CRUSH e Limon Soda) e uma barra de chocolate, nossa refeição foi completa! 
Pucón
Chegamos a Pucón, tendo ao fundo o vulcão Villarica, um pouco depois das 8 da noite, hora local (o Chile estava com uma hora a menos que nós no Brasil, onde estávamos no horário de verão) e fomos a pé até o hotel Vientos del Sur, também reservado pelo booking.com. É um hotel “novinho em  folha”, tudo muito confortável, limpo e funcionando, localizado a um quarteirão e meio do terminal de ônibus. E o atendimento é de primeira qualidade: todos os funcionários são muito simpáticos e prestativos. Já instalados e depois de um reconfortante banho, saímos para fazer um reconhecimento da cidade e jantar.


hotel Vientos del Sur
Pucón tem 25.000 habitantes e é eminentemente turística: águas termais, rios com corredeiras, vulcão Villarrica, lago Villarrica. Segundo as informações que recebemos, no verão a cidade “bomba”! Escolhemos o restaurante “Tio Pablo”: Mary pediu uma truta grelhada com batatas fritas e eu um filé do peixe denominado reinetaa la plancha (grelhado na chapa) e, também, batatas fritas. Tomamos um vinho “nacional” Santa Emília sauvignon blanc. A conta: CLP$ 37.000,00, propina (gorjeta) incluída. Voltamos caminhando ao hotel e fomos dormir.
restaurante Tio Pablo
Reineta a la plancha



























truta grelhada

                                                
Dica gastronômica: Restaurante Tio Pablo, Av. General Urrutia esquina con Fresia, Pucón

Nenhum comentário:

Postar um comentário