segunda-feira, 25 de junho de 2012

13º dia, 02/03, sexta-feira: Santiago


Mesmo sem ter compromissos neste dia, levantamos e, lá pelas 8 da manhã, já estávamos tomando nosso desayuno no próprio hotel. Saímos para, numa loja da Lan Chile, situada num mall a duas quadras dali, confirmamos nossas reservas dos voos de retorno ao Brasil, onde fizemos o check-in antecipado e pegamos nossos cartões de embarque. O movimento na calçada da Avenida Libertador Bernardo O’Higgins estava frenético, muita gente entrando e saindo das estações de trem e dos ônibus, indo trabalhar, fazendo compras. Tomamos o metrô e nos dirigimos a uma loja, melhor, uma “MEGALOJA” de produtos gastronômicos, que fica no bairro “Las Condes”, de nome “Coquinaria” (lê-se Coquinária), que tem de tudo e mais um pouco: vinhos (milhares...), temperos, massas, pães, queijos, doces, artigos para cozinha, panelas, louças, cristais, e de vários lugares do mundo. Tem, também, um restaurante, um bar, uma delicatessen, tudo “de primeira”, inclusive os preços. Não nos deixaram tirar fotos (segredo de estado?). 

Não compramos nada e, dali, pegamos novamente o metrô, rumando para a vila do artesanato “El pueblito Los Dominicos, onde vários produtos de madeira, couro, cobre e lápis-lazúli, uma pedra semi-preciosa de coloração azul, que existe, principalmente, no Chile e no Afeganistão, são colocados à venda, como souvenires

Assim que lá chegamos procuramos um quiosque, onde já havíamos estado em outra oportunidade, para fazer o primeiro pit stop do dia: ali saboreamos umas deliciosas empanadas de pino (são as tradicionais, com recheadas com carne bovina picada, grãos de milho, cebola, tomate e azeitona) assadas na hora! E devidamente acompanhadas por cerveja Escudo, geladíssima. 
Compramos algumas lembranças para trazer para o Brasil, voltamos para o metrô e nos dirigimos até um shopping Center imenso, chamado “Florida Center”, em que está localizado o Supermercado Jumbo, do qual tínhamos informações que ali encontraríamos os melhores preços de vinhos de Santiago. Realmente os preços são convidativos e, assim, comprei oito garrafas, escolhidas a dedo, para colocar na mala e saborear aqui no nosso país. Concluída a compra, paramos numa cafeteria Havana (aquela que fabrica os melhores alfajores do planeta!) e tomamos um espresso e um chocolate quente.
  
Regressamos ao hotel, via metrô, onde descansamos um pouco. Saímos ao anoitecer, para jantar, mas antes demos uma passadinha na “Feria de Santa Lucia”, que é outra feira de artesanatos situada em frente ao morro de mesmo nome, atração turística tradicional da cidade. Compramos umas peças (uma miniatura de bicicleta, uma pessoa tocando uma bateria), as quais achei bastante interessantes. O mais curioso, nessa compra, é que o dono do quiosque preferiu receber o pagamento em REAIS e não em dólar porque, segundo ele, a variação diária do REAL é menor do que a da moeda americana! Cumprida a missão, fomos jantar. 

Escolhemos o restaurante Sur Patagónico, onde realizei um desejo: comi um prato feito com filé mignon de javali, que ainda não havia experimentado, com molho de cogumelos e fios de batatas fritas. Mary pediu um prato preparado com cordero patagónico, servido com ervilhas e feijões verdes. 




Nesta noite fizemos diferente: tomamos cerveja Kunstmann torobayo, como aperitivo, e acompanhamos o jantar com uma Mestra pale ale e uma Kross lager, ambas chilenas e artesanais. Para encerrar, um espresso e a conta: CLP$33.000,00, propina incluída.
Cordero patagónico
Filé mignon de javali

Voltamos ao hotel, concluímos a arrumação das malas e lacramos a que estava com as garrafas de vinho, enrolando-a com filme plástico transparente, daquele usado em cozinha, e fita adesiva, tudo comprado no Jumbo. Depois fomos dormir.
Dica gastronômica: Restaurante Sur Patagônico, José Victorino Lastarria, 366, Santiago, Chile

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