Mesmo sem ter
compromissos neste dia, levantamos e, lá pelas 8 da manhã, já estávamos tomando
nosso desayuno no próprio hotel.
Saímos para, numa loja da Lan Chile,
situada num mall a duas quadras dali,
confirmamos nossas reservas dos voos de retorno ao Brasil, onde fizemos o check-in antecipado e pegamos nossos
cartões de embarque. O movimento na calçada da Avenida Libertador Bernardo O’Higgins estava frenético, muita gente
entrando e saindo das estações de trem e dos ônibus, indo trabalhar, fazendo
compras. Tomamos o metrô e nos dirigimos a uma loja, melhor, uma “MEGALOJA” de
produtos gastronômicos, que fica no bairro “Las
Condes”, de nome “Coquinaria”
(lê-se Coquinária), que tem de tudo e mais um pouco: vinhos (milhares...),
temperos, massas, pães, queijos, doces, artigos para cozinha, panelas, louças,
cristais, e de vários lugares do mundo. Tem, também, um restaurante, um bar,
uma delicatessen, tudo “de primeira”,
inclusive os preços. Não nos deixaram tirar fotos (segredo de estado?).
Não
compramos nada e, dali, pegamos novamente o metrô, rumando para a vila do
artesanato “El pueblito Los Dominicos”,
onde vários produtos de madeira, couro, cobre e lápis-lazúli, uma pedra semi-preciosa de coloração azul, que
existe, principalmente, no Chile e no Afeganistão, são colocados à venda, como souvenires.
Assim que lá chegamos
procuramos um quiosque, onde já havíamos estado em outra oportunidade, para
fazer o primeiro pit stop do dia: ali
saboreamos umas deliciosas empanadas de pino (são as tradicionais,
com recheadas com carne bovina picada, grãos de milho, cebola, tomate e
azeitona) assadas na hora! E devidamente acompanhadas por cerveja Escudo, geladíssima.
Compramos
algumas lembranças para trazer para o Brasil, voltamos para o metrô e nos
dirigimos até um shopping Center
imenso, chamado “Florida Center”, em que está localizado o “Supermercado Jumbo”, do
qual tínhamos informações que ali encontraríamos os melhores preços de vinhos
de Santiago. Realmente os preços são convidativos e, assim, comprei oito
garrafas, escolhidas a dedo, para colocar na mala e saborear aqui no nosso
país. Concluída a compra, paramos numa cafeteria
Havana (aquela que fabrica os
melhores alfajores do planeta!) e tomamos um espresso e um chocolate quente.
Regressamos ao
hotel, via metrô, onde descansamos um pouco. Saímos ao anoitecer, para jantar,
mas antes demos uma passadinha na “Feria de Santa Lucia”, que é outra
feira de artesanatos situada em frente ao morro de mesmo nome, atração
turística tradicional da cidade. Compramos umas peças (uma miniatura de
bicicleta, uma pessoa tocando uma bateria), as quais achei bastante interessantes.
O mais curioso, nessa compra, é que o dono do quiosque preferiu receber o
pagamento em REAIS e não em dólar porque, segundo ele, a variação diária do
REAL é menor do que a da moeda americana! Cumprida a missão, fomos jantar.
Nesta noite fizemos
diferente: tomamos cerveja Kunstmann torobayo,
como aperitivo, e acompanhamos o jantar com uma Mestra pale ale e uma Kross lager, ambas
chilenas e artesanais. Para encerrar, um espresso
e a conta: CLP$33.000,00, propina incluída.
| Cordero patagónico |

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